Amarante

Amarante, Princesa do Tâmega

PATRIMÓNIO, CULTURA E PAISAGEM 

Quem visita Amarante, acaba, invariavelmente, por construir uma leitura própria: tão rica quanto a vontade e tão diversa quanto a sorte. Por quantos roteiros definem o concelho, tantas podem ser as imagens e os sabores que os visitantes levam no regresso: arquitetura, religião, arte, natureza, gastronomia.

Descobrir Amarante é uma aventura que apetece viver. Se a natureza é quem chama, então o destino é o Tâmega ou as Serras do Marão e da Aboboreira, que oferecem paisagens de sonho, aldeias de gente acolhedora e ricas tradições, edificadas em xisto e granito.

Se o apelo vem do espírito, o percurso já se faz pela cidade, com passagem obrigatória pelo convento e igrejas de S. Gonçalo, S. Pedro e S. Domingos, o museu de Arte Sacra e outros exemplares do barroco e do românico, espalhados pelo município. É igualmente irrecusável a descoberta dos grandes nomes das artes que nos engrandecem e levam além-fronteiras, visitando o museu Amadeo de Souza-Cardoso e a Biblioteca Albano Sardoeira.

As festas e romarias mantêm o melhor da tradição popular e encerram a identidade das gentes do concelho, manifestando-se por todas as freguesias, das quais destacamos as “Festas do Junho”, em honra de S. Gonçalo.
À mesa realça-se a vitela maronesa, o cabrito e o bacalhau, regados pelo bom vinho verde, que aqui encontra condições únicas de maturação. A rematar o repasto temos a doçaria conventual e de oferta variada: papos d’anjo, foguetes, lérias, brisas do Tâmega, entre outros.

Amarante é encruzilhada, para onde confluem a história, as tradições e a natureza, proporcionando, para lá das suas fronteiras, a descoberta das Terras de Basto, do Minho, de Trás-os-Montes, do Douro e do Porto.

Por tudo isto, Amarante é cada vez mais um destino natural. Sinta-se convidado!